Teste da Orelinha (pra quem nao sabe o que é)
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Teste da Orelinha (pra quem nao sabe o que é)
Teste da Orelinha
Um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento completo da criança é a audição. As falhas auditivas atingem de três a cinco bebês brasileiros em cada mil nascimentos.
O famoso teste da orelhinha- também conhecido por triagem auditiva neonatal-não demonstra o grau de deficiência auditiva, mas acusa se a função do ouvido está normal ou não.
De acordo com a otorrinolaringologista Renata Lopes Mori, a avaliação demora entre cinco e dez minutos, é feita com um aparelho que emite ondas acústicas. Essas ondas ativam as áreas do ouvido que, se estiverem normais, produzirão por sua vez emissões otoacústicas.
O exame logo ao nascer é imprescindível para todos os bebês, principalmente aqueles que nascem com fatores de risco para alterações no sistema auditivo, como por exemplo os prematuros. O teste não tem contra-indicação, não dói, nem sequer causa incômodo. A avaliação é realizada com o bebê dormindo, em sono natural, afirma à otorrino.
A médica Renata Lopes alerta que o exame deve ser repetido na criança na fase pré-escolar, já que por trás de dificuldades de aprendizado podem existir uma audição que se tornou problemática depois de sucessivas otites ou até mesmo por acidentes domésticos.
A Dra. Renata Lopes dá algumas dicas para as mães sobre o teste.
Como marcar o teste?
Geralmente as maternidades oferecem o teste, mas caso isso não aconteça, procure clínicas que possuem médicos especializados em otorrinolaringologia, esses irão encaminhar e realizar o teste da orelhinha.
Qual o método utilizado?
O método mais utilizado para a triagem auditiva neonatal é o exame de Emissões Otoacústicas Evocadas (EOAs).
Considerado bastante objetivo, este exame é indolor e de execução rápida, realizada durante o sono natural do bebê.
Utiliza-se um fone na parte externa da orelha do bebê. Demora de 5 a 10 minutos e não tem qualquer contra-indicação, não acorda nem incomoda o bebê. O exame de EOAs baseia-se na produção de certo estímulo sonoro, bem como na percepção do retorno desse estímulo (eco), o registro é feito através do computador, verificando se a cóclea (órgão auditivo na parte interna da orelha) está normal, emitidindo um gráfico com o diagnóstico do exame.
Como é dado o resultado?
Após o final do exame, o médico irá fazer a interpretação do resultado. Se as emissões otoacústicas estiverem presentes o exame é normal. Se estiverem ausentes pode ser que haja deficiência auditiva ou uma imaturidade do sistema auditivo do recém-nascido para produzir resposta. O exame alterado não é sinônimo de deficiência auditiva. No caso de suspeita de alguma anormalidade após a realização da triagem auditiva neonatal, o bebê será encaminhado para uma avaliação otológica e audiológica completa.
Fatores de risco para a surdez :
HISTÓRIA FAMILIAR
Ter outros casos de surdez na família
INFECÇÃO INTRAUTERINA
provocada por citomegalovírus, rubéola, sífilis, herpes genital ou toxoplasmose
ANOMALIAS CRÂNIO-FACIAIS
Deformações que afetam a orelha e/ou o canal auditivo
PESO INFERIOR A 1.500 gr AO NASCER
HIPERBILIRUBINEMIA
Doença que ocorre 24 horas depois do parto. O bebê fica todo amarelo por causa do aumento de uma substância chamada bilirrubina e precisa fazer banho de luz.
MEDICAÇÕES OTOTÓXICAS
Alguns medicamentos afetam o ouvido interno
MENINGITE BACTERIANA
A surdez é umas das conseqüências possíveis quando o bebê tem este tipo de meningite
VETILAÇÃO MECÂNICA EM UTI NEONATAL POR MAIS DE 5 DIAS
Quando o bebê teve que ficar entubado por não conseguir respirar sozinho
ALTERAÇÕES GENÉTICAS
ex.: Síndrome de Down ou de Waldemburg
Um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento completo da criança é a audição. As falhas auditivas atingem de três a cinco bebês brasileiros em cada mil nascimentos.
O famoso teste da orelhinha- também conhecido por triagem auditiva neonatal-não demonstra o grau de deficiência auditiva, mas acusa se a função do ouvido está normal ou não.
De acordo com a otorrinolaringologista Renata Lopes Mori, a avaliação demora entre cinco e dez minutos, é feita com um aparelho que emite ondas acústicas. Essas ondas ativam as áreas do ouvido que, se estiverem normais, produzirão por sua vez emissões otoacústicas.
O exame logo ao nascer é imprescindível para todos os bebês, principalmente aqueles que nascem com fatores de risco para alterações no sistema auditivo, como por exemplo os prematuros. O teste não tem contra-indicação, não dói, nem sequer causa incômodo. A avaliação é realizada com o bebê dormindo, em sono natural, afirma à otorrino.
A médica Renata Lopes alerta que o exame deve ser repetido na criança na fase pré-escolar, já que por trás de dificuldades de aprendizado podem existir uma audição que se tornou problemática depois de sucessivas otites ou até mesmo por acidentes domésticos.
A Dra. Renata Lopes dá algumas dicas para as mães sobre o teste.
Como marcar o teste?
Geralmente as maternidades oferecem o teste, mas caso isso não aconteça, procure clínicas que possuem médicos especializados em otorrinolaringologia, esses irão encaminhar e realizar o teste da orelhinha.
Qual o método utilizado?
O método mais utilizado para a triagem auditiva neonatal é o exame de Emissões Otoacústicas Evocadas (EOAs).
Considerado bastante objetivo, este exame é indolor e de execução rápida, realizada durante o sono natural do bebê.
Utiliza-se um fone na parte externa da orelha do bebê. Demora de 5 a 10 minutos e não tem qualquer contra-indicação, não acorda nem incomoda o bebê. O exame de EOAs baseia-se na produção de certo estímulo sonoro, bem como na percepção do retorno desse estímulo (eco), o registro é feito através do computador, verificando se a cóclea (órgão auditivo na parte interna da orelha) está normal, emitidindo um gráfico com o diagnóstico do exame.
Como é dado o resultado?
Após o final do exame, o médico irá fazer a interpretação do resultado. Se as emissões otoacústicas estiverem presentes o exame é normal. Se estiverem ausentes pode ser que haja deficiência auditiva ou uma imaturidade do sistema auditivo do recém-nascido para produzir resposta. O exame alterado não é sinônimo de deficiência auditiva. No caso de suspeita de alguma anormalidade após a realização da triagem auditiva neonatal, o bebê será encaminhado para uma avaliação otológica e audiológica completa.
Fatores de risco para a surdez :
HISTÓRIA FAMILIAR
Ter outros casos de surdez na família
INFECÇÃO INTRAUTERINA
provocada por citomegalovírus, rubéola, sífilis, herpes genital ou toxoplasmose
ANOMALIAS CRÂNIO-FACIAIS
Deformações que afetam a orelha e/ou o canal auditivo
PESO INFERIOR A 1.500 gr AO NASCER
HIPERBILIRUBINEMIA
Doença que ocorre 24 horas depois do parto. O bebê fica todo amarelo por causa do aumento de uma substância chamada bilirrubina e precisa fazer banho de luz.
MEDICAÇÕES OTOTÓXICAS
Alguns medicamentos afetam o ouvido interno
MENINGITE BACTERIANA
A surdez é umas das conseqüências possíveis quando o bebê tem este tipo de meningite
VETILAÇÃO MECÂNICA EM UTI NEONATAL POR MAIS DE 5 DIAS
Quando o bebê teve que ficar entubado por não conseguir respirar sozinho
ALTERAÇÕES GENÉTICAS
ex.: Síndrome de Down ou de Waldemburg
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